Minhalma

01/05/2007

Sangue quente que corre nas veias, nem sei como enfrentar tanta pressão, mas me torno mera barata, simplesmente achando tudo natural. Tudo bem, fases são fases, afinal cheguei depois e o que rola já é antigo. Não tenho direito nenhum. Mas sei que marquei  presença.


Escrito por Lys às 23h17
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30/04/2007

Minha alma vegetal,

Minha alma animal,

Aos poucos se reanima.

E essa alma humana agradece o milagre da vida.

O ciclo do gelo,

O ciclo do frio boreal,

A atmosfera se renova. 

Toda agressão contra os fenômenos naturais

Onde todos os obstáculos são vencidos

Perpetuando a vida...

Toda sensualidade para o vigor da vida que renasce,

Cada determinação, cada constância, com toda cadência

Afinal não existe pressa

É preciso se perpetuar para não perecer e portanto, é preciso morrer.

E a morte precede a vida.

Essa magnífica vibração de vida

Somos apenas um nada fermentando que aquece a alma e eleva o espírito à sublimação e a transformação alquímica.

Nada na natureza se acaba;

Continua sua trajetória da vida e ao fruto.

Seres deteriorados na putrefação

Se transformando nos gases que se evolam retornando ao etéreo de onde proveio.

A alma lutadora se liberta, a parte sutil,

A quintessência retorna à sua origem.

Retorna,

Se imortaliza

Atinge seu ápice.


Escrito por Lys às 22h44
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Engraçado como evoluímos sem nos apercebermos

E sempre nos momentos mais trash da nossa vida

Tenho vivenciado muitos episódios que se fosse em outros tempos me deixariam confusa, ou no mínimo com uma apaixonite cruel.

Tudo bem que em minha vida amigos sempre foram muito importante, principalmente alguns poucos que foram amizades com bônus...

Aquelas em que o sentimento que rola é simplesmente amizade.

Não existe:

-          Ah será que ele vai me ligar????

-          Será que ele ta pensando em mim

Tipo rola um foda-se!!! Se to afim ligo, se não to ligo pra sair de parceria, mas o mais importante é que existe a amizade linda! Poder olhar no olho sem ter culpas, dores, ou algo mais forte, deixa tudo mais simples e leve.
Escrito por Lys às 22h14
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Saldo de sábado:

 

-          Contemplação pela peça maravilhosa

-          Estômago em dia, caldinho mais que providencial

-          Sono atrasado e algumas dores no corpo aqui e ali (mas tudo por uma justa causa).


Escrito por Lys às 09h54
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Tudo se encaixando novamente

Pouco a pouco consigo me reorientar

Não vejo mais cacos caídos

Não sinto mais dores

Não vejo mais sombras

A névoa se dissipou

O abismo foi soterrado

Caminho calmamente pelas ruas

Recém construídas

Que tanto procurei.

 


Escrito por Lys às 09h51
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Estou cumprindo meu compromisso comigo:

 

-          Fui ao teatro assistir “Memórias das coisas”

       A memória que se agrega aos objetos 

Um objeto é mais que um objeto. É também os valores simbólicos e lembranças históricas que as pessoas agregam a ele. Um objeto pode também ser um código de acesso à memória. É nesse sentido – a investigação sobre outros valores que se ocultam nos objetos – que o projeto Memória das Coisas se insere. 

 A peça se inicia com um texto explicativo e de orientação ao público sobre a proposta inovadora de fazer teatro pós-moderno contemporâneo, tirando o espectador de seu lugar convencional e inserindo-o num espaço cênico alternativo (o porão do teatro), onde se misturam as interpretações entre diretor e espectador; diretor e atores; diretor e personagens; atores entre si; e personagens entre si, criando uma costura textual meio complicada, mas ao mesmo tempo envolvente e de alto valor dramático, com pitadas de comicidade dadas pelas interrupções impertinentes do personagem Bocarrão, (uma citação explícita a Pirandello, autor de "Seis Personagens em Busca de um Autor").

 O público se dispõe em círculo, e as cenas da memória do protagonista – ou talvez as memórias do arco de pedra – acontecem do lado externo desse círculo, reservando ao centro o que poderíamos chamar de "making off" das memórias. Trata-se realmente de algo inovador na dramaturgia; e vale ressaltar aqui a presença inusitada na platéia (em 17/09/06) de quatro espectadores portadores de deficiência visual que pareciam suficientemente inteirados dos acontecimentos em cena, fato que reforça o valor narrativo do espetáculo.

 Neste trabalho o grupo aprofunda radicalmente o aprimoramento de alguns elementos já buscados em outras montagens como a narrativa épica, a quebra da quarta parede e o uso cênico do espacial. A montagem inclui o público naquilo que chamamos de espaço absoluto, onde atores, cenografia e platéia se misturam formando um grande corpo celebrativo.

 

Simplesmente belo, sem contar que depois da peça os atores: Aiman, Edgar, Luti e Mirtes ficam pra um debate que se estende deliciosamente.

 


Escrito por Lys às 09h43
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29/04/2007

Toda segunda-feira, no jantar, tem um prato diferente na Confraria de Artistas.
Na próxima segunda, dia 30/4, a partir das 20h, será servida saborosa comida vegetariana, preparada pela Carolina e Viviani.
Cada prato será vendido a R$4,00 e a renda revertida ao Projeto Diversidade, do Instituto Mamulengo Social.
Participe com a gente e colabore com nosso ideal:
"Arte para transformar vidas!"
 
Espaço Confraria de Artistas
Av. Cidade Jardim, 1759.
Jd. Satélite, SJC.
 
Informações e reservas: Carolina (12) 9736-6039
Viviani (12) 9752-6185
 

Escrito por Lys às 13h06
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